segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Poema - Loira



Loira
te confesso! te suportei, te magoei (sei que ao ler o que escrevi dirás)
idem! chorei, um cgoro, sufocado, abalado, embalado por estranha desconfiança.
Sem ter esperança, assim como criança, te perdoei, confiei, na busca de amigos
aconteceu comigo e ontigo, uma façanha.

Loira, te confesso! manifesto, através de um simples gesto meu afeto
que hoje expresso, sem pressa, meu apreço, a ti que convvivi aqui, dias, meses, anos
construindo, reunindo emoções, nas canções, nas experiências vividas
harmonicamente ou não, em vão o tempo passou, e com o passar do tempo
sem alento, no contentamento ou deslumbramento, aprendemos a nos entender a conviver, na convivência
as experiências vividas, apreendidas, não foram perdidas e jamais esquecidas.

Escrevi na empolgação, vivendo diferentes emoções, no dia que surtei e experimentei prazeres
de falsa poetisa, que enfatiza fatos narrados e esperimentados e não apenas inventados.

Quando aqui eu não estiver, e a tristeza vier... loira, doida, leia este poema e solte uma bela
gargalhada, que só voce sabe dar. De sua colega que apesar de ...ah! voce sabe. Te admira e se alegra com sua alegria e entristece com a sua tristeza.

Viva na certeza que DEUS é mais e é capaz de te dar a paz, e tudo mais.
Acredite...DEUS existe.

Autora: Azélia - professora da 1ª fase do 2º ciclo

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